Miguel é o que poderíamos chamar de caçador silencioso; isto é, mantinha a face de moço distraído e quieto, mas bem embaixo da vista de todos ele atacava: suas vítimas? Garotas que todos achavam inalcançáveis, perfeitas, que todo cara se iria se vangloriar se pegasse. Mas não, ele não era assim.
Quando ele ia atrás de uma moça pra pega-la(e ele sempre conseguia, porque a lábia do rapaz era quase perfeita), o jovem fazia questão de deixar na surdina, em total segredo, dizendo para elas "não conte para ninguém, eu vou negar se você contar". Parece engraçado, não? Meninas lindas, corpos esculpidos e ele, um rapaz acima do peso, longe do ladrão de beleza com a sua própria beleza rústica, mas com um sorriso de raposa e a retórica bem trabalhada: elas queriam mais, elas viciavam.
Claro, ele tinha alguns critérios: sem meninas comprometidas, que não sejam fofoqueiras e que, claro, agradassem seus olhos e o que ele guardava no meio das suas pernas(que não era pequeno, realmente não era pequeno). Era de fato um total calculista, estrategista gênio.
Não confundam, não é como se ele fosse um bastardo sem amor e que usasse à todos, mas ele simplesmente não achou a pessoa que encanta-se ele.
Atualmente, ele estava em sua sala, sozinho durante o intervalo, não gostava de sair, achava seus colegas de convênio irritante demais, por isso ficava na sala ouvindo música (amém Djavan). Apesar de entretido ouvindo música e estando de olhos fechados, ele ouviu a porta abrir, sentiu os passos no chão vindo em sua direção. Sabia o que a pessoa faria, e ela fez: sentou-se em seu colo, abraçando-lhe. Somente nesse momento ele abriu os olhos, olhos castanhos tão escuros que se você não prestasse atenção se passavam por negros, e fixou o olhar na moça que sentou- se no seu colo.
Larissa é uma antiga peguete, ou 'caso', como chama. Moça bonita, uma das mais populares do colégio, não largava dele desde a primeira vez que transaram. Uma branquinha bonita, com cabelos enrolados pintados de loiro, tinha seios pequenos, mas uma tremenda bunda que se destacava na saia do uniforme. Ele não fazia questão de falar, mas uma coisa que ela fazia bem é foder.
"O que quer, moça?" perguntou o rapaz. A moça, com um tremendo sorriso no rosto, respondeu "Estou sem calcinha, você não percebeu? Você sabe o que significa". Ele suspirou; sabia muito bem, queria ficar quieto hoje, mas pelo visto não dava.
"Tudo bem, sua viciada em foder, vamos logo" respondeu a encarando. Ah, ela amava aquele olhar, direito, intenso, forte, que pegava tudo e não dizia nada; ela ficava toda molhada. Paulo olhou o relógio e viu que tinham 15 minutos ainda, iria dar.
"Fica apoiada na mesa e não se mova" mandou ele; ela, como uma boa garota, foi fazer o mandado. E chegou perto dela e viu que ela estava toda molhada e estava escorrendo pela perna dela. "Putinha, tu já tava tocando uma antes de vir aqui, é?" Deu um sonoro tapa na bunda carnuda dela; Larissa soltou um gemido de dor e prazer.
"Vai logo, mete, caralho, mete que eu tô doida por esse pau!" ela implorou. Com um sorriso irônico rasgando a sua face, Miguel tirou o cinto e soltou da calça um pau que ainda não muito grande, bastante grosso. Apontando na direção da vagina de Larissa, ele fala "Pediu, agora aguenta" e enfia tudo de uma vez.
Ah, como ela amava isso, o jeito sem frescura que ele metia, ainda que se preocupasse com ela, como muitos garotos não faziam, ele era ótimo em dar prazer. E ele metia com força, sem parar, tirava tudo e metia tudo de novo numa estocada só. Puxava seus cabelos, dava tapas na sua bunda, ah céus, como era gostoso aquele pau groso rasgando ela. E ela apenas gemia "Miguel, caralho, me fode, porra". O barulho de 'plaft, plaft' da carne na carne era alto, apenas aumentando o tesão deles.
Larissa era um vulcão, parecia que não importava quantas vezes fodia aquela buceta, ainda era bem apertadinha, muito gostosa. Os gemidos dela acabavam com ele, ele tendo que se concentrar pra não gozar, de vez em quando levantava ela, não parando de meter, claro, e beijava ela com um desejo que as línguas se misturavam na saliva, o suor escorria neles apesar do ar-condicionado. Ele travava uma batalha contra o tempo: tinha que fazer ela gozar antes de terminar o intervalo se não iriam ser pegos. Mas mesmo isso parecia só dar mais tesão pra Larissa; "bom, assim ela goza logo", então assim que ele percebeu as contrações na vagina dela, meteu com mais força.
Foi o grito dela que anunciou o orgasmo, ele gozando dentro dela, soltando jatos de porra quente dentro dela e ela amolecendo em cima da mesa. Ele rapidamente guardou seu pau pra dentro da calça e afivelou o cinto. Pegou uma cueca boxer limpa de dentro da mochila e disse pra ela "Toma, depois tu me dá", não se preocupou com o fato de ter gozado dentro, sabia que ela tomava pílula.
Ela se levanta meio mole ainda, veste a boxer, da um beijinho na bochecha dele e vai embora rebolando. O rapaz apenas pega um vento no ar de sua sala pra não ter que dizer porque estava suado, ora, afinal, ele era apenas um jovem calado que não pegava ninguém. Ele riu desse pensamento "vai ter mais, mais tarde" quando ouviu o sinal avisando o fim do intervalo; voltou a sua carteira e fingiu como se nada tivesse acontecido.
Apenas mais um bom rapaz.


